Visão geral, listagem de usuários e criação de acesso do Aegis Access

Case

Sistema de Gestão de Acessos

Transformando regras complexas de acesso em uma experiência clara de governança.

Organização de usuários, vínculos, produtos, perfis e escopos em uma experiência mais clara, previsível e rastreável.

Papel
Product Designer / UX UI Designer
Foco
Arquitetura de informação, fluxos, governança e interface
Contexto
Sistema B2B interno

01O problema

Acesso não era apenas uma permissão. Era uma relação entre várias camadas.

Um mesmo usuário podia se relacionar com organizações, unidades de negócio e produtos diferentes. Em cada contexto, assumia um perfil e um escopo específicos.

Configurar acesso exigia percorrer essas camadas mentalmente antes de tomar qualquer decisão. Quem administrava precisava reconstruir o contexto a cada alteração.

  1. Usuárioa identidade, uma só
  2. Organizaçãocom quem ele se relaciona
  3. Gruporecorte dentro da organização
  4. Unidadeonde o acesso vale
  5. Produtoo que ele alcança
  6. Perfilo que pode fazer ali
  7. Escopoaté onde enxerga
As camadas que definem um único acesso
Modelo de relacionamento de acesso: identidade, vínculo, permissões por produto, perfil e escopo
O modelo que passou a organizar o produto: identidade, vínculo, permissões por produto, perfil e escopo

02Estruturando a complexidade

O desafio não era adicionar mais campos. Era tornar as relações compreensíveis.

Antes de desenhar tela, precisei decidir o que cada coisa era. Enquanto permissão fosse tratada como atributo de um usuário, qualquer layout ficaria confuso, porque o modelo por trás não correspondia ao negócio.

Antes

Permissões vistas como configurações isoladas, presas ao cadastro do usuário.

Depois

Acesso tratado como vínculo contextual entre pessoa, organização, produto, perfil e escopo.

A identidade passou a existir uma vez só. O vínculo passou a carregar o contexto: em qual organização, em qual unidade. A permissão passou a viver dentro do vínculo, por produto.

Com isso, um usuário com três organizações deixou de ser um cadastro cheio de exceções e virou três vínculos legíveis, cada um com suas próprias regras.

Configuração de um vínculo de acesso, com organização, grupo, unidade e permissões por produto
O vínculo carrega o contexto; a permissão vive dentro dele, produto a produto

03Desenhando o fluxo

Criar um usuário precisava orientar decisões, não apenas coletar informações.

O cadastro foi organizado em duas etapas: identidade e vínculos de acesso. A identidade se resolve rápido. O vínculo é onde as decisões acontecem, e é ali que a tela precisa ajudar.

  1. Identificação
  2. Organização
  3. Unidade
  4. Produtos
  5. Perfil
  6. Escopo
  7. Confirmação

Cada vínculo é confirmado antes de valer, e um usuário pode receber mais de uma organização sem recomeçar o cadastro. Produto sem perfil atribuído permanece sem acesso, o que evita a permissão concedida por descuido.

Vínculo confirmado, com o resumo do acesso aplicado por produto
Confirmado, o vínculo deixa de ser formulário e vira resumo do acesso aplicado

Os papéis operacionais usados aqui vieram do entendimento do processo e das regras do sistema, não de pesquisa formal com usuários.

04Governança visível

Governança começa antes de alguém editar uma permissão.

Quem responde por acesso precisa saber onde olhar primeiro. A visão geral foi desenhada para transformar o estado do ambiente em sinais de atenção, e não em mais uma tabela.

Dashboard de visão geral com índice de governança, acessos por produto e atividades recentes
Visão geral: o que exige atenção aparece antes do detalhe
Usuários ativos
tamanho real do ambiente
Solicitações pendentes
fila que trava outras pessoas
Alterações críticas
o que mexeu em escopo restrito
Índice de governança
leitura rápida da saúde do acesso
Acessos revisados
quanto da revisão já foi feito
Conformidade
aderência ao menor privilégio
Acessos por produto
onde a permissão se concentra

05Contexto e rastreabilidade

Quem administra acesso precisa entender o estado atual antes de alterá-lo.

A listagem reúne, por usuário, a organização, quantos vínculos existem, o perfil, o status e a última alteração. É a resposta para a pergunta que vem antes de qualquer edição: como está hoje.

Listagem de usuários com organização, perfil de acesso, status e última alteração
Estado consolidado por usuário, antes de abrir qualquer edição
Detalhes do usuário: identidade, organizações e vínculos, perfil de acesso e permissões por produto
Identidade, vínculos, perfil, escopo e última alteração reunidos antes de qualquer edição

Toda alteração precisava continuar compreensível depois de acontecer. A auditoria registra o evento com o antes e o depois, para que a mudança possa ser lida por alguém que não estava lá.

  • ConsultaAprovador
  • AdministradorSem acesso
Como uma alteração aparece no histórico
Tela de auditoria com eventos de acesso filtráveis por usuário, tipo e período
Auditoria: eventos filtráveis por usuário, tipo, entidade e período

06Resultado

De permissões isoladas para uma estrutura de governança compreensível.

O trabalho não terminou em telas novas. O que mudou foi a forma de representar acesso dentro do produto.

  • Modelo claro para relações complexas de acesso
  • Separação entre identidade, vínculo e permissão
  • Perfis e escopos mais compreensíveis
  • Visão consolidada do usuário
  • Histórico de alterações rastreável
  • Sinais de governança visíveis
  • Estrutura preparada para múltiplas organizações e produtos

Sistemas complexos não precisam parecer complexos. Quando regras, contexto e hierarquia são bem estruturados, a interface reduz a carga cognitiva sem esconder a complexidade real do negócio.

O acesso deixou de ser uma configuração isolada e passou a ser uma relação contextual e rastreável.

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